Quem Cria os Seus Problemas: O Mundo ou Você Mesmo?

Ao longo da vida, todos nós, sem exceção, precisamos lidar com problemas e adversidades, sejam elas simples ou complexas. E é comum que, em algumas dessas situações, nos sintamos impotentes e sufocados diante das cobranças que o mundo nos impõe, e também das exigências que fazemos a nós mesmos. Certamente, já desejamos ter “superpoderes” para congelar o tempo até que tudo se resolva sozinho. Há pessoas que, no auge das suas tensões pessoais, necessitam procurar a ajuda de profissionais, porque sozinhas já não conseguem dar conta das suas atividades cotidianas como trabalhar, estudar, ou manter uma convivência social.

Entretanto, por piores que possam parecer, as tensões que sofremos em nosso dia a dia, independente de seu grau de complexidade, podem ser verdadeiras fontes de inspirações para o nosso crescimento individual. Tudo vai depender da postura que assumimos diante da Vida, e qual o sentido que damos à nossa existência. Enfrentar, resistir, negar ou fugir são algumas das alternativas, porque, no final das contas, tudo é uma questão de escolha, ou seja, é você quem decide o modo como vai lidar com suas dificuldades. Mas, antes da tomada de decisão, é necessária a compreensão de quais são os fatores que originam essas provas que a vida nos aplica.

Visto isso, é comum acreditar que o mundo nos impõe dificuldades injustas, que as circunstâncias são severas demais e que somos vítimas de uma engrenagem social impessoal e implacável. Nos sentimos presos a situações sem solução e em que, no meio do caos, nos tornamos vítimas do próprio destino que, cruel e sem coração, nos acerta dia após dia. Contudo, se tivermos coragem de silenciar nossa mente e refletir com sinceridade, poderemos perceber, tal qual o poeta mexicano Amado Nervo, que somos, no fim, o arquiteto de nosso próprio destino. 

Essa não é uma conclusão simples, nem mesmo um fato comumente aceitável e entendemos bem os motivos de resistir a essa percepção, mas convidamos a todos a pensar sobre como, em diferentes aspectos, somos nós quem nos colocamos nas provas que enfrentamos. Essa perspectiva exige, antes de tudo, que possamos observar com mais profundidade nossa trajetória para entender que, apesar das dificuldades externas que existem e são reais, há um mundo interno que também nos domina e nos coloca à prova. Talvez descubramos que a realidade não é tão simples quanto parece. A pergunta que surge, então, é incômoda, mas necessária: quem realmente cria os nossos problemas?

Visto isso, é comum acreditar que o mundo nos impõe dificuldades injustas, que as circunstâncias são severas demais e que somos vítimas de uma engrenagem social impessoal e implacável. Nos sentimos presos a situações sem solução e que, no meio do caos, nos tornamos vítimas do próprio destino que, cruel e sem coração, nos acerta dia após dia. Contudo, se tivermos coragem de silenciar nossa mente e refletir com sinceridade, poderemos perceber, tal qual o poeta mexicano Amado Nervo, que somos, no fim, o arquiteto de nosso próprio destino. 

Essa não é uma conclusão simples, nem mesmo um fato comumente aceitável e entendemos bem os motivos de resistir a essa percepção, mas convidamos a todos a pensar sobre como, em diferentes aspectos, somos nós quem nos colocamos nas provas que enfrentamos. Essa perspectiva exige, antes de tudo, que possamos observar com mais profundidade nossa trajetória para entender que, apesar das dificuldades externas que existem e são reais, há um mundo interno que também nos domina e nos coloca à prova. Talvez descubramos que a realidade não é tão simples quanto parece. A pergunta que surge, então, é incômoda, mas necessária: quem realmente cria os nossos problemas?

quem cria os seus problemas reflexão sobre responsabilidade pessoal
A reflexão sobre quem cria os próprios problemas é o primeiro passo para o amadurecimento.

Essa questão não pode ser respondida de maneira rápida, muito menos automática, sem reflexão. É indispensável que tenhamos humildade e disposição para enxergar além das aparências ou mesmo dos fatos objetivos no qual tanto nos apegamos. Ressaltamos esse ponto, pois ele existe e, uma vez que a tendência humana é apontar para fora sempre que algo nos desagrada, é preciso se manter atento para não atribuir ao mundo (ou ao acaso) um problema que, no fundo, foi gerado por nós mesmos.

Diante desse cenário, assumir que temos participação ativa na construção das situações que enfrentamos altera completamente a perspectiva da vida. Abandonamos a posição de vítimas e passamos a ser responsáveis pelo que nos ocorre, algo que, sejamos francos, não é agradável, mas que nos dá um grau superior de maturidade ao entender que não estamos reféns das circunstâncias, mas sim que podemos caminhar para mudá-las sempre que necessário.

O vício em encontrar culpados

Considerando a perspectiva acima, por que acabamos nos colocando sempre nesse papel de vítima? Por que sempre buscamos encontrar culpados para nossas dores, aflições e problemas? Será que o mundo está contra nós e somente alguns afortunados ganharam a “benesse” de sempre estarem bem? Quando paramos para pensar sobre essas questões, podemos perceber o quão rasas são, visto que todos nós, sejamos ricos ou pobres, homens ou mulheres, em qualquer país do mundo, passamos por dificuldades em diferentes aspectos, níveis e intensidades. Porém, é inegável que viver como ser humano é, desde sempre, ser capaz de enfrentar e resolver problemas.

mentalidade de vítima culpando fatores externos pelos problemas
Culpar o externo pode ser confortável, mas impede o crescimento.

Frente a essa realidade, vejamos como estamos no mundo atual. Vivemos em uma sociedade que, muitas vezes, incentiva a transferência de responsabilidade, pois essa é uma atitude confortável. Assim, desde cedo, aprendemos a justificar fracassos apontando fatores externos. Na escola, ao invés de assumirmos nossa responsabilidade diante de uma nota baixa, preferimos falar que “o professor é exigente demais”; no trabalho, reclamamos que o chefe injusto ou que “a economia vai mal”; e se não temos um bom emprego, dizemos que a culpa é do governo e da falta de oportunidades. 

É importante salientarmos que essas reclamações, em algum grau, podem ser verdadeiras e tem o seu valor; porém, elas não podem (e não são) ser exclusivas e absolutas. Assim, há em todos esses pontos um aspecto interno que podemos perceber e combater, sendo essa a nossa parte de responsabilidade que, quando não é atendida, acaba nos gerando grandes dificuldades. Se o professor é exigente, que possamos estudar mais e com mais eficiência; se o emprego vai mal, esforça-te para conseguir um melhor; se há poucas oportunidades, começa um novo negócio, cria novas chances. 

Há sempre uma forma de atuar e contornar nossas provas, logo, se gastamos energia apenas em reclamar, ficamos reféns do nosso próprio contexto e, dentro dessa perspectiva, dividimos a culpa pelo que passamos. Cultivar esse tipo de mentalidade não é simples, pois, como percebemos, o comum tem sido externalizar a responsabilidade, colocando-a em fatores que estão longe do nosso alcance e esquecendo de observar a nós mesmos. Ao agir assim, preserva-se o conforto psicológico, mas sacrifica-se a possibilidade de crescimento.

E por que adquirimos esse hábito? A resposta é simples: é bom não se sentir culpado. Essa postura de vida é sedutora porque nos isenta do esforço da mudança, não permite que façamos uma análise sobre como estamos guiando nossas ações e muito menos de que precisamos nos autoconhecer. É mais confortável dizer que a culpa é do outro. Dessa forma, permanecemos imóveis, aguardando que algo externo se transforme para que, finalmente, possamos viver em paz. O problema é que essa paz nunca é alcançada, e assim passamos uma vida inteira em disputa com o externo, colocando-se de maneira passiva na vida, sendo reféns dos caprichos alheios.

ferro sendo moldado em espada metáfora superação problemas
Assim como o ferro, somos moldados pelas adversidades.

Para além das circunstâncias dolorosas que amargam as nossas experiências, devemos perceber que são nos momentos mais difíceis que podemos conquistar as nossas experiências mais válidas. São neles que sofremos as nossas grandes mutações. O ferro rígido, após ser submetido a altas temperaturas, aos golpes de marreta e mergulhado na água fria, torna-se uma espada útil nas mãos de um guerreiro. Da mesma forma, um problema que nos tensiona, e nos obriga a encontrar uma resposta adequada, faz surgir das grosseiras debilidades e vícios que existem dentro de nós afiadas virtudes e potenciais que antes não existiam, ou pelo menos não haviam sido revelados.

Aprendendo com a lei do karma

Como vimos, as adversidades são essenciais para forjar nossas virtudes e nos dão a oportunidade de demonstrá-las. Não há ganho sem esforço, seja em qualquer nível. Por isso, diversas tradições filosóficas falam que aprender com os problemas são, no fundo, uma chance de crescimento. Isso os antigos hindus chamavam de karma, uma palavra um tanto quanto comum em nosso vocabulário, mas pouco compreendida. 

Em sua essência, o karma nada mais é do que a lei universal de ação e reação aplicada à dimensão moral e psicológica da vida humana. Assim como no mundo físico, toda ação provoca uma resposta proporcional, o mesmo ocorre nas outras perspectivas, seja no aspecto emocional, mental ou energético, como apontavam os antigos hindus. Vamos começar por partes para explicar melhor essa ideia. 

lei do karma ação e reação conceito filosófico
A lei do karma simboliza ação e reação na dimensão moral.

Primeiramente, devemos entender que o karma não é uma punição divina oriunda da ira de algum deus, tampouco uma forma de recompensa arbitrária. Na verdade ele é algo mais “simples” em essência, apesar de não podermos compreender completamente sua dinâmica. Em síntese, podemos dizer que o karma nada mais é do que uma força que garante a evolução da natureza, ou seja, ela consegue fazer com que nos mantenhamos em nosso caminho.

Coloquemos em exemplos cotidianos: imagine que a vida é como uma escola e a humanidade é um aluno desse grande espaço de aprendizado. Para avançar nas séries, é preciso tirar boas notas, estar presente nas aulas e seguir as leis que regem o funcionamento deste local. O que ocorre ao aluno que não estuda, não respeita os professores, não tira boas notas? Em geral, ele é reprovado e precisa repetir de ano, correto? O mesmo ocorre conosco diante de nossas provas. Quando não assumimos nossas responsabilidades, quando colocamos a culpa no outro e não seguimos as leis da vida, seja esse ato consciente ou não, a vida nos reprova e nos faz viver novamente as experiências que necessitamos.

Esse mecanismo pode ser observado em diferentes ocasiões da vida humana. Há, por exemplo, quem reclame do trabalho e pense que a culpa do seu insucesso é do seu chefe. Porém, ao mudar de emprego, essa pessoa se depara com um novo chefe que, por “coincidência”, é tão “ruim” quanto o anterior. O emprego novo, que poderia ser a “salvação” passa rapidamente a ser mais um fardo. Assim, a conclusão a que a pessoa chega é: “todo emprego é ruim”. É mais fácil afirmar que a culpa é do labor do que refletir sobre como encaramos o trabalho e se realmente fazemos algo que nos realiza.

Percebe como a lei do karma atua? Enquanto não aprendermos a pensar a partir de novas perspectivas e encontrar o que, dentro de nós, nos faz rejeitar alguma experiência, externamente isso continuará a acontecer. Não é sobre o que você gosta ou não de fazer, mas entender que as reações da vida só existem a partir das ações que escolhemos tomar. Como a sabedoria da natureza já nos ensina, uma vez que plantamos sementes de laranja, só poderá nascer uma laranjeira. A semeadura é opcional, podemos escolher, mas a colheita é obrigatória.

Quando agimos com negligência, irresponsabilidade ou indiferença, estamos semeando circunstâncias que mais adiante poderão se manifestar como dificuldades. Da mesma forma, quando cultivamos disciplina, honestidade e empenho, criamos condições favoráveis para resultados mais equilibrados. O problema é que raramente associamos as consequências atuais às escolhas passadas, principalmente quando o intervalo entre elas é longo. Assim, enfrentamos situações adversas acreditando que surgiram do nada, quando na verdade são frutos de decisões acumuladas ao longo do tempo. Reconhecer essa dinâmica não é um exercício de culpa, mas de maturidade e consciência.

Quando determinados tipos de problemas surgem repetidamente em nossa vida, ainda que com personagens e cenários diferentes, é um forte indicativo de que existe um padrão interno não resolvido. A repetição não é coincidência, o universo não está “contra você”, nada ocorre por acaso. No fundo, tudo isso é para aprendermos, assim como um professor que, ao repetir o aluno de ano, não o faz por mal ou por raiva, mas pela necessidade do aluno aprender aquelas lições para poder caminhar com mais segurança em assuntos mais avançados. 

padrões repetitivos na vida ciclo de problemas
Problemas repetidos indicam padrões internos não resolvidos.

Sendo assim, se conflitos semelhantes aparecem em diferentes ambientes de trabalho, talvez não seja apenas o ambiente que precise ser analisado, mas também nossa postura, nossa comunicação ou nossa forma de reagir a críticas, pois aí deve estar a lição que precisamos aprender. Se relacionamentos distintos terminam sempre sob as mesmas circunstâncias emocionais, é prudente investigar quais expectativas, medos ou comportamentos estamos carregando conosco. 

A lei do Karma manifesta-se justamente nesses ciclos recorrentes, pois aquilo que não é compreendido retorna sob nova forma até que seja assimilado. Não se trata de fatalismo, mas de aprendizado. Enquanto continuarmos reagindo da mesma maneira diante de situações semelhantes, produziremos desfechos previsíveis. A mudança real começa quando interrompemos o automatismo e passamos a observar nossas próprias escolhas com mais lucidez. 

Como superar as provas?

Visto esse contexto, é fundamental nos perguntarmos como podemos superar as nossas provas. O primeiro passo, sem dúvida, é termos a consciência de que esses problemas que enfrentamos existem para nos melhorarmos. Nunca devemos pensar que passamos dificuldades porque a vida exige que sejamos “punidos”. O que a vida quer, no fundo, é que possamos avançar e aprender, tal como o professor com seus alunos.

Considerando esse preâmbulo, muitos problemas não surgem de grandes decisões dramáticas, mas da soma de pequenas omissões repetidas ao longo do tempo. Adiamos conversas importantes, evitamos posicionamentos necessários, negligenciamos cuidados essenciais e toleramos situações que contradizem nossos valores. Essa permanência no que chamamos de “zona de conforto” acaba por criar uma falsa sensação de estabilidade, mas, na realidade, acumula tensões que mais tarde se manifestam como crises. O que poderia ter sido resolvido com um gesto simples transforma-se em um nó complexo justamente porque escolhemos não agir quando ainda era possível.

Devemos lembrar que ao optarmos por “não resolver” ou não querer nos movimentar em direção a uma solução, estamos fazendo uma escolha, uma ação e, portanto, haverá consequências, ou melhor, um karma. Quando deixamos de assumir responsabilidades, estamos contribuindo para a construção de circunstâncias futuras que poderão nos desafiar de maneira mais intensa. A lei de ação e reação não distingue entre aquilo que fizemos e aquilo que deixamos de fazer; ambas as atitudes produzem resultados. Assim, a pergunta que se impõe é: quantos dos problemas que hoje enfrentamos são frutos de decisões que evitamos tomar ontem?

Diante dessa questão, para superar nossas provas, é preciso ter uma postura ativa, sair da zona de conforto e nos colocar em marcha para alcançar nossos objetivos. Para tanto, não devemos abrir mão de nós mesmos e entender que as dificuldades que vivemos no contexto atual são, em grande escala, a consequência do que fizemos em nosso passado. Se não quisermos continuar vivendo os mesmos problemas, é fundamental se colocar em movimento, assumindo a responsabilidade e procurando soluções.

Dito isso, a melhor maneira para começar a resolver nossos problemas pessoais é entendendo as suas origens. Precisamos jogar luz sobre os aspectos ou fatores que disparam os gatilhos desses desafios, e essa postura exige que se tenha muita humildade, sinceridade e honestidade consigo mesmo. É necessário autoconhecimento, clareza sobre quem se é, onde se está e para aonde se quer chegar, somente assim podemos começar a nossa jornada.

É muito importante que aqui fique claro que esse tipo de abordagem sobre a vida advém de uma educação, de uma mentalidade coletiva, onde a cultura da inação (não fazer nada) é sacralizada, e a cultura do trabalho é vista como um castigo árduo e doloroso ao ser humano. Não por acaso, mesmo no mundo em que vivemos, o trabalho é visto como um fardo, uma necessidade para garantir a sobrevivência; e não aceitamos o seu verdadeiro valor, que está na capacidade humana de servir ao coletivo.

Essa mentalidade se expressa de diferentes maneiras e está em nosso senso comum, afinal, quem nunca desejou, por exemplo, ficar rico sem trabalhar, ou receber valores vultosos para passar o resto da vida sem fazer mais nada? Um dos grandes sonhos da população atual é ganhar na loteria, justamente para poder “não se preocupar” com sua saúde financeira, mesmo que, a bem da verdade, essa preocupação sempre pairará na mente de quem não aprendeu o valor da boa administração de recursos.

Junto a isso, infelizmente, há uma “máxima” largamente divulgada na sociedade atual: “Ganhar o máximo que puder e trabalhar o mínimo que couber”. Portanto, é natural que esse valor social da inação seja a soma dos valores individuais que carregamos dentro de nós, e que queiramos fugir de tudo que esteja ligado ao trabalho, à ação, ou à responsabilidade.

Frente a essa perspectiva, quanto mais consciência e aceitação das adversidades, mais capacidade de enfrentar, resistir e superá-las. Precisamos reconhecer nossos potenciais, e tratar as nossas debilidades com coragem e sem dramas. Se compreendermos a vida como um sistema inteligente e lógico, facilmente perceberemos que tudo o que nos acontece tem uma finalidade. Precisamos confiar na vida, precisamos nos convencer de que não somos fruto de um acaso. Só assim poderemos olhar para nós mesmos e encontrarmos em nosso interior a força necessária para superar as batalhas diárias.

autor da própria história responsabilidade pessoal
Você é o autor da própria jornada.

É de uma atitude positiva diante dos fatos que podemos encontrar soluções inteligentes para as nossas tensões e termos mais domínio sobre as circunstâncias. Podemos enxergar ótimas oportunidades de crescimento por trás dos problemas, mas só consegue caminhar por essa via quem se responsabiliza, quem se compromete e quem busca transcender as limitações ilusórias que a mente cria.

Sejamos leves, amemos os desafios postos, aprendamos a cair e nos levantar, percebamos que os nossos inimigos estão dentro, e não fora. Essa é a grande saga a ser vivida e realizada por todos os seres humanos, cada um dentro da sua experiência. Quando descobrimos isso, tudo passa a ser uma bela aventura, gostosa de ser vivida e experimentada. Mas lembre-se, cada um de nós é o autor, o diretor e o personagem principal dessa nossa Odisseia. Portanto, sejamos melhores a cada cena, antes que termine o nosso tempo de atuação!

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