Inspirar para transformar
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Há um tipo especial de fascínio em narrativas que se atrevem a perguntar “e se?”. Não se trata apenas de curiosidade histórica, mas de uma inquietação mais profunda, quase existencial, sobre como decisões específicas moldam destinos coletivos. Todos nós, em algum momento, já nos fizemos esse tipo de pergunta: “E se eu não tivesse feito esse curso?” ou “E se eu tivesse mudado de cidade?”, entre outros tantos questionamentos dessa natureza. Por que fazemos isso? Dentro da experiência histórica sabemos que o “se” não existe,
Nenhuma ferramenta ou conhecimento é bom ou ruim por si só, tudo depende de como nós, os seres humanos, a usamos. Um exemplo clássico disso é uma faca: na mão de um chef de cozinha, essa é uma ferramenta usada para preparar um delicioso jantar; já nas mãos de um assassino, se torna uma arma perigosa para machucar outras pessoas. O objeto não tem vontade, não pode ser adjetivado como “bom” ou “ruim”; há, porém, o potencial de ser usado para fins positivos e negativos.
A Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética foi, sem sombra de dúvidas, um dos principais eventos históricos do século XX, e sua repercussão ainda hoje afeta a geopolítica global. O mundo dividido entre dois sistemas de governo, a guerra indireta que afetou praticamente todos os continentes e as corridas armamentista e espacial são apenas capítulos de toda uma saga que se estendeu por mais de quatro décadas de tensões. Não por acaso, ainda hoje são produzidos filmes, documentários, séries e outras maneiras de
O Rotary Club, ao longo da história da humanidade, representa uma das mais sólidas formas de organização social criadas para atender a uma necessidade essencial do ser humano: conectar-se ao outro e fazer a diferença no mundo ao seu redor. Essa ideia vai além da sobrevivência física, que é o primeiro motivo pelo qual um ser humano busca associação. Estamos falando, na verdade, de algo que vai além disso, que promove a dignidade e a busca por construir uma sociedade melhor. Esse impulso por ajudar
Desde os tempos mais remotos, o simbolismo do gato desperta a atenção dos seres humanos, que observam os animais não apenas como criaturas biológicas, mas também como símbolos carregados de significado. Não por acaso, sempre falamos desses seres através de suas principais características. Desejamos, por exemplo, ter a força do leão, ser tão ágeis quanto uma onça ou ter a visão de uma águia. Essas frases, usadas largamente em nosso cotidiano, podem ser entendidas como um reflexo humano para reconhecer as habilidades dos animais e
Há momentos em que um fragmento da natureza captura nossa atenção e nos alcança de um modo que não sabemos explicar de imediato. Não se trata apenas da beleza do mundo natural, tampouco da curiosidade científica ou do mero entretenimento. É algo mais sutil e profundo, como se aquele recorte do mundo que estamos enxergando nos devolvesse um olhar voltado para dentro de nós. Foi assim que um episódio curioso em um documentário sobre a vida selvagem chamou a atenção de milhões de pessoas e
O cinema é capaz de nos transportar para um outro mundo. Dentro das suas telas, podemos acompanhar universos, personagens e locais que não existem; ao mesmo tempo, também podemos retornar para um momento no passado que já não existe, observar personagens históricos sendo interpretado por atores e dando-lhes uma nova vida, recolocando o ser humano em antigos dilemas. É, sem dúvida, uma forma não somente de contar histórias, mas de apresentar aos espectadores ideias e outras maneiras de enxergar a existência. Há filmes que encantam
O cinema é capaz de produzir beleza a partir de histórias sensíveis e marcantes. De fato, há um universo de filmes que não se apoiam em cenas de ação intensa, que fazem o espectador grudar na cadeira de modo a entreter do começo ao fim, mas são capazes de tocar em nossa alma e nos fazer refletir sobre a vida e como estamos vivendo essa existência. “Sonhos de Trem”, disponível na Netflix e concorrente ao Oscar de melhor fotografia, melhor filme, melhor roteiro adaptado e
Durante anos, a geração Z foi descrita a partir de adjetivos negativos como “cansada”, “acomodada” ou “fraca”. Grande parte dessa perspectiva se dá quando comparamos as facilidades da vida que essa geração leva com as das demais gerações, que nasceram e cresceram sem o advento de um mundo tão tecnológico como o nosso. É comum assistirmos a reportagens que comentam sobre jovens nascidos entre o final dos anos 1990 e o início da década de 2010, que costumam aparecer como sujeitos esgotados, sobrecarregados por crises
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Acreditamos que o único elemento capaz de transformar o mundo é o indivíduo, e para isso, antes, ele deve transformar a si mesmo. Partindo dessa certeza, lançamos este Portal no dia 22/09/2017, no Equinócio de Primavera. Nosso objetivo é oferecer um ambiente onde você possa ter a segurança de encontrar conteúdo de qualidade, que eleve a Consciência e acima de tudo gere reflexão para entendimento da importância da conquista e do desenvolvimento de valores e virtudes que nos fazem crescer, formando assim a compreensão da nossa responsabilidade como Seres Humanos. Inspirar para Transformar é o nosso espírito.