Onde você aprende? Quando você aprende? Se sua resposta a essas perguntas são: na escola ou na faculdade, durante as aulas, temos que te informar que você está com uma visão limitada sobre aprendizado, e provavelmente perdendo as melhores oportunidades.

Obviamente que o ensino escolar é muito importante, e devemos tirar o melhor proveito dele. Também é evidente que a escola cria, ou deveria criar, um ambiente controlado, onde uma metodologia pode ser aplicada, de modo que o ensino possa fluir da melhor forma.

Paralelo à estrutura formal de ensino das escolas, há também a formação de uma micro sociedade dentro destas instituições. E esses ambientes deveriam, ainda que de forma supervisionada, reproduzir a real sociedade onde estão inseridos, de tal forma que o aluno pudesse aprender as regras e posturas para viver, ou ao menos sobreviver, lá fora.

Essa “supervisão”, deveria direcionar o aprendizado e coibir abusos. Mas, como podemos ver no vídeo abaixo, o que se criou nessas instituições foram ambientes artificiais e superprotegidos, que fazem cada aluno pensar que é o ser mais importante do universo, tornando-os incapazes de lidar com frustrações e com adversidades. Está ideia é a antítese da educação.

Como se aprende matemática, química, história ou qualquer outra matéria? Certamente, não é deixando o aluno confortável com o que já sabe, para não o incomodar com novos problemas e assuntos. Pelo contrário, a cada semestre, a cada aula, as matérias vão ficando gradualmente mais complexas e exigindo mais dele, o que o obriga a se desenvolver.

Se é assim para aprender qualquer coisa, por que não o seria para aprender sobre relacionamento humano? Se uma pessoa não vive situações de conflito e aprende a resolvê-las, como ficará melhor nisso? Se alguém cresce achando que é o centro do mundo, e que todos seus desejos devem ser realizados, como vai lidar com as frustrações da vida, que serão frequentes?

Há um conto que diz que uma pessoa viu um casulo onde uma lagarta estava em fase transformação para borboleta, e percebeu que ela começava a se mexer, assim essa pessoa, querendo evitar que aquela criatura sofresse, a ajudou a romper o invólucro. O resultado? A “quase borboleta” caiu no chão e morreu, pois suas asas não tinham resistência suficiente para voar. Resistência essa, que seria adquirida pelo esforço de romper o casulo. Estamos fazendo a mesma coisa com nossos jovens? Tirando-lhes a resiliência, que é essa capacidade de superar dificuldades e vencer conflitos?

Felizmente, como dito no início deste texto, não é só no meio escolar que se aprende. Se estivermos atentos, temos uma escola muito maior, mais ampla, que nos ensina todo dia, toda hora: A Vida. Ela está disposta a nos ensinar como for preciso para crescermos. E podemos aprender sempre, se prestamos atenção ao que é de fato importante, e não estivermos ocupados demais reclamando.

Todas as situações que acontecem na nossa vida, têm algo de pedagógico, e existem para nos transformar em pessoas melhores. O vídeo que segue é um depoimento de alguém que comprovou isso na prática.

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