Ela virou sinônimo para a palavra Caridade, impactou o mundo com sua presença ativa mesmo com uma idade avançada. Quando o seu corpo já não tinha mais o vigor dos mais jovens, a sua Alma era só serviço, alegria e muito entusiasmo. Nascida há 110 anos, na capital da Macedônia, faleceu em Calcutá, na Índia aos 87, enquanto servia exemplarmente à Humanidade.

Madre Teresa de Calcutá fundou a Congregação das Missionárias da Caridade e, em reconhecimento ao seu trabalho, recebeu em 1979 o Prêmio Nobel de Paz.

Hoje ela é oficialmente uma Santa da Igreja Católica, beatificada pelo Papa João Paulo II em 2003, em uma cerimônia acompanhada presencialmente por mais de trezentas mil pessoas e canonizada pelo Papa Francisco em 2016.

Madre Teresa nos deixou um importante legado, não só pela ordem missionária que fundou e que hoje em dia conta com mais de cinco mil participantes em todo o mundo, mas principalmente pelo exemplo de Vida que nos deu ao ter se tornado “a santa das sarjetas”, como ficou conhecida ao decidir dedicar toda a sua vida ao auxílio dos mais necessitados. Ela nos serve de grande fonte de inspiração quando nos fala que: “Mesmo as pequenas ações quando realizadas com Amor, tornam-se infinitas aos olhos de Deus”.

Aquela pequenina mulher, aparentemente tão frágil, nos mostrou com suas louváveis atitudes que todos nós temos uma Força Interior capaz não só de nos mover, mas literalmente capaz de mover o mundo. Resgatando “miseráveis” de toda a sorte, desprezados e invisíveis aos olhos de todos, em sua grande maioria aqueles que se encontravam já sem a menor esperança de cura para as suas enfermidades, e que eram por ela tratados, para que, segundo ela própria: “ Pudessem ter ao menos os seus últimos momentos com o mínimo de dignidade e respeito.”

Madre Teresa, com sua vida de total desapego aos bens materiais e de completa entrega à sua causa, nos ensina que cada um de nós pode com Amor e Humildade deixar florescer o que há de mais Puro, Verdadeiro e Necessário em nossas existências, e nos traz a consciência de que somos todos iguais e que precisamos uns dos outros não só para existirmos, mas principalmente para encontrarmos a Verdadeira Felicidade. Ela nos apresenta um sólido e nobre sentido para as nossas Vidas através do ato de servir sem esperar nada em troca, de Amar incondicionalmente nos encontrando e nos reconhecendo em cada um dos nossos semelhantes. Nos ensina que não precisamos de muito para sermos úteis aos nossos irmãos, ao nosso mundo e talvez a nós mesmos, que basta sermos sinceros em nossa entrega pelo bem comum; que não temos necessidade de grandes posses ou fortunas, luxo nem riquezas; que a verdadeira paz está na comunhão; que o preconceito e a soberba são verdadeiras armas de autodestruição; que só o Amor pode nos tornar Unos e que esta é a única Força capaz de manifestar em nós a Vontade de Deus.

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