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História, a Mestra da Vida!

Tempo de leitura: aproximadamente 3 minutos

Quando falamos em história, podemos estar nos referindo à história do Universo, da Humanidade, de um país ou da nossa própria história. Seja em que nível for, podemos ver os fatos que a marcaram como apenas uma sucessão aleatória de acontecimentos, e é essa a visão mais comum, ou enxergarmos nestes, a atuação de uma lógica, de uma lei que impera num sentido, numa direção. Se a entendermos deste segundo modo, a história passa a ter uma profundidade e uma perspectiva muito maiores, pois dela poderíamos aprender muito mais.

Quando prestamos atenção, há um padrão na história, ciclos que se repetem, evidentemente, não com a mesma forma, porém, com o mesmo conteúdo de roupagens novas. A vida em si é um ciclo de aprendizado, e, como uma boa professora, repete várias vezes as mesmas lições, até que possamos aprender. Se continuamos vivendo experiências parecidas, quer dizer que ainda não aprendemos o que a vida quer nos ensinar. Como podemos escutar no podcast abaixo, existem alguns problemas que estamos enfrentando há séculos. Talvez, um dia, a Humanidade aprenda a viver em sociedade e, então, não precisaremos mais sofrer com tantos problemas políticos. O mesmo acontece com os problemas éticos, continuamos cometendo os mesmos erros das sociedades do passado. Enquanto não resolvermos questões como estas, não teremos oportunidades de adquirir novos aprendizados. Por isso a importância de termos a História como mestra, para nos impulsionar para o Futuro.

Isso nos faz refletir sobre a relativa validade das nossas interpretações e experiências do presente. Por exemplo, se um habitante de Alexandria, há 1.700 anos, visse uma esfera luminosa durante o dia no espaço, afirmaria ser o carro de um semideus; um homem da cidade de Colônia (Alemanha), no século XIII, diante da mesma visão, afirmaria ter visto um anjo; e para o homem atual, seria uma máquina interplanetária, satélite artificial ou um OVNI. Os três veem a mesma realidade objetiva, mas interpretam sob três diferentes formas. O mesmo objeto constitui uma distinta realidade na mente de cada um deles, sendo difícil convencê-los de outra possível interpretação. O indivíduo de nossa época pode argumentar que o objeto luminoso seria uma nave espacial, pois já conhecemos foguetes e satélites que se assemelham ao mesmo. Mas, o homem medieval contestaria dizendo que, durante suas longas orações, vê estas mesmas esferas luminosas nas mãos dos anjos.

Desta forma, qualquer coisa que tomemos como certa hoje, pode ser apenas uma questão de interpretação diferente de uma mesma realidade já existente. Assim como em nosso exemplo anterior, o objeto não mudou, mas sim a perspectivas dos observadores.

Não há melhor forma de aprender com a história do que compreendendo seu sentido interno, suas leis, pois estas estão para além das interpretações de cada época. Ao entendê-las, podemos ampliar nossa consciência, não sendo nem mesmo necessário passar por uma experiência pessoalmente, para saber seu resultado. Poderíamos “prever” qual será o desenrolar de uma atual linha de acontecimentos, e assim, nos prepararmos melhor para suas consequências, sem sermos pegos de surpresa, o que certamente nos pouparia de muitos sofrimentos desnecessários.

Uma experiência que eu tenha hoje, se for bem vivida, se eu aprender o que a vida quer me ensinar, não precisará ser repetida, e mesmo que seja, como já aprendi a lidar com ela, não será tão desgastante no futuro. Porém, quando não se aprende, ou quando se foge, a experiência vai retornar tantas vezes quantas forem necessárias. Pode até parecer um problema novo, mas quando se vê direito, é a mesma experiência pedindo pra ser aprendida, cada vez vindo de forma mais dura. Assim, o melhor que temos que fazer para viver bem a vida, é aprender, ou melhor, compreender como essa lei que rege a História funciona. Assim, não precisamos sofrer várias vezes pelo mesmo aprendizado, o que não significa que não teremos mais provas, sempre as teremos, mas, ao menos, serão verdadeiramente novas, trazendo novos ensinamentos, já que também seremos novos, e estaremos mais preparados para enfrentá-las.

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