Estrelado por Kathryn Newton (Margaret) e Kyle Allen (Mark), “The map of tiny perfect things” (titulo original em inglês), é um filme estadunidense de 2021, dos gêneros comédia romântica e drama de ficção cientifica, baseado na obra de mesmo nome e dirigido por Ian Samuels. Mark e Margaret são dois adolescentes de dezessete anos, que ficam presos em uma anomalia temporal que os fazem viver sempre o mesmo dia. Enquanto ele quer se livrar do que já tinha se tornado um cansativo pesadelo, ela quer ficar e aproveitar os detalhes de cada situação e tentar fazer a diferença na vida das pessoas, ajudando-as. Cada um deles carregando os seus próprios dramas e conflitos pessoais. Em certa altura da trama, os dois se encontram e descobrem que são os únicos que sabem o que está acontecendo. Juntos eles passam a viver momentos de reflexão sobre as mais diversas questões existenciais. E já que não sabem como se livrar daquela prisão no tempo, tentam aproveitá-la para aprender com o que ela pode lhes oferecer.

Eles começam a observar melhor os acontecimentos daquele estranho e eterno dia e passam a encontrar beleza em cada coisa, um sentido maior em tudo que estão vivendo. Mark, o curioso e inquieto prisioneiro do tempo, confecciona sem o conhecimento de sua quase namorada, um elaborado mapa onde ele registra tudo o que o jovem casal considera ser as “pequenas coisas perfeitas”. Uma metáfora bastante interessante se apresenta nessa história e ela nos ensina que nada no mundo acontece de uma maneira aleatória. As aventuras de Mark e Margaret nos mostram que devemos observar e aproveitar cada minuto do nosso tempo e prestarmos mais atenção em tudo que nos cerca.

Já reparou que quando não resolvemos alguma questão em nossas vidas, ou quando passamos pelas tantas situações do dia a dia sem tirarmos nenhum aprendizado, elas parecem se repetir? Isso nos mostra que nada deve ser negligenciado. Disse o grande Albert Einstein: ”Deus não joga dados”.  Isso não quer dizer que as coisas estão de alguma maneira pré-estabelecidas, mas sim, que elas são consequências imediatas e inevitáveis da ação anterior a elas. Também é verdade que a vida não é um eterno “mar de rosas” e que nem todas as nossas experiências são prazerosas ou dependem apenas de nós. O que depende de nós é vivê-las com atenção e entrega, e o segredo para ao menos tentarmos não perder o controle, é nos mantermos realmente presentes no aqui e agora. Na maioria das vezes estamos sempre lamentando o que já se foi e ansiosamente desejando o que ainda não sabemos se será. Isso nos faz perder o único lugar e único momento onde podemos de fato estar. De onde podemos observar e interagir com a vida.

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