A.I. passa-se num futuro distante. É uma história de humanidades numa época de máquinas inteligentes. O filme foca na relação e os desafios envolvidos quando um menino androide, o primeiro programado para amar, coexiste como membro de uma família. Depois de uma série de circunstâncias inesperadas o deixarem sem aceitação junto aos humanos e às máquinas, ele viaja para descobrir o local que realmente pertence.

O prólogo de A.I. debate um tema interessantíssimo de uma maneira clara e eficiente: a questão do amor incondicional entre um “objeto”, no caso, um androide, semelhante a uma pessoa fisicamente, e um ser humano. Uma das funcionárias da empresa que projeta robôs lança um questionamento que vai permear todo o filme: uma vez possível criar um andróide que ame um ser humano incondicionalmente, nada garante que esse amor será recíproco, pois, para o ser humano, os andróides sempre serão máquinas, objetos que não possuem carne e osso e são descartáveis. É a eterna questão: o que define um ser humano?

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