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  Curta “Usain Bolt” – O Menino que Aprendeu a Voar 

Tempo de leitura: aproximadamente 5 minutos

Usain Bolt nasceu na pequena cidade de Trelawny, Jamaica, no dia 21 de agosto de 1986. Em 1998, aos 12 anos, ele já era o velocista mais rápido nas competições interescolares em que participava em sua ilha natal. Aos 14 anos, começou a participar das suas primeiras competições internacionais. Aos 15, ganhou as suas primeiras medalhas de prata em grandes eventos esportivos fora de seu país. A partir daí, aquele menino sorridente que transformava tudo em um motivo para fazer brincadeira, pouco a pouco, construiu uma carreira de sucesso, que poucos atletas conseguiram. 

O menino a que estamos nos referindo é o personagem central do curta-metragem de animação produzido pelo “Moonbot Studios and Tbwa/Chiat/Day”, e que ficou conhecido mundialmente como “raio” ou “trovão”. Esta é a indicação que a FEEDOBEM tem o prazer de indicar para os amigos. E não é pra menos, Usain Bolt, é considerado o homem mais rápido do mundo de todos os tempos. Ele é o detentor do recorde mundial dos 100 metros rasos com a inacreditável marca de 9,58 segundos. Os dois recordes anteriores também pertencem a ele. 

As suas façanhas no atletismo são realmente admiráveis. Ele é bicampeão olímpico, conquistou inúmeras medalhas nas quatro sucessivas olimpíadas em que esteve competindo, entre 2004 e 2016. É o dono de todos os títulos mundiais de atletismo que disputou. Quando Usain Bolt estava nas pistas, os outros atletas já sabiam que teriam que competir pelo segundo lugar, pois a medalha de ouro já estava reservada para aquele simpático e divertido jamaicano. Em 2017, Bolt deu adeus às pistas de atletismo no mundial de Londres. Depois da aposentadoria, ainda tentou se aventurar como jogador de futebol, mas a sua passagem por esse esporte foi breve e discreta. 

Usain também recebeu honrarias do governo da Jamaica, como por exemplo, a condecoração “Ordem de Distinção, no grau de Comandante” pelos seus “serviços” prestados ao seu país e como resultado do reconhecimento da sua invejável trajetória esportiva. Por todas as suas conquistas e façanhas, ele se tornou um verdadeiro herói nacional. Vale ainda acrescentar que Usain Bolt também foi o atleta da sua modalidade mais bem pago da história.     

O curta que indicamos é realmente muito inspirador para todos nós. Em “O menino que aprendeu a voar”, vemos a importância do incentivo na vida de alguém. Aprendemos que uma palavra de apoio pode ser fundamental e decisiva para quem está se sentindo paralisado na hora de agir. No caso de Usain Bolt, essas palavras vieram de Jennifer Bolt, sua mãe. Na animação, de uma maneira rápida, como não poderia deixar de ser, já que está falando sobre Usain Bolt, vemos um menino comum que, desde cedo, começou a demonstrar um talento especial e uma grande paixão pelo que de fato o fazia feliz, mas que como todo e qualquer ser humano também sentia medo. Bolt, hoje um gigante de 1,96 m e 86 kg, como todos nós, também já foi uma criança que além da inexperiência também teve seus medos, dúvidas e inseguranças, mas que um dia, a partir de algumas carinhosas e sinceras palavras de incentivo, aprendeu a voar.     

                                                                                                                                                                                                 Com este curta-metragem, percebemos que os medos, dúvidas e os receios que temos naturalmente, diante dos nossos grandes desafios, na verdade até fazem parte do processo. Mas esses “inimigos” não irão poder afetar os resultados positivos das nossas “batalhas”, quando formos capazes de não nos apegarmos a eles, de não sermos demasiadamente influenciados por eles. A sugestão que o curta nos dá, é de que devemos aproveitar a experiência em si. Já que teremos que vivê-la de qualquer forma, por que não fazer com alegria e buscando satisfação?                                                                                                                                                

Todos nós, com certeza, já sentimos aquele friozinho na barriga antes de enfrentarmos algum desafio e isso é absolutamente normal. Na verdade, seria estranho se nada sentíssemos nessas horas. Essas manifestações emocionais e suas repercussões, através do corpo físico, são apenas uma constatação de que estamos de fato vivos. Como não sentir a pressão quando encaramos a tão famosa e tantas vezes temida “hora H”?  A questão é: como essa pressão pode ser administrada para que ela possa nos ajudar a produzir resultados positivos? Essa dica quem nos dá é a mãe de Usain Bolt. No curta, vimos ela falar para o seu filho: “Você pode ir muito mais rápido quando está leve”. Esse “estar leve” a que Jennifer Bolt se refere, diz respeito a conseguir estar focado no que realmente interessa, sem o peso das preocupações. 

Para além de incentivar o seu filho a vencer a prova que ele estava prestes a disputar, ela sabiamente também o estimula a aproveitar as experiências que ele está com medo de viver, e a encarar os seus desafios de frente. Os resultados são importantes, mas os meios para conquistá-los são tão importantes quanto, ou até mais. Se nos deixarmos dominar pelo que pode, de alguma maneira, atrapalhar, ou até nos impedir de realizarmos os nossos planos, é porque estaremos “pesados”. A leveza está justamente em podermos conviver com esses “pesos” sem sermos afetados por eles. 

Em resumo, o que propomos para vocês, queridos leitores, é que tentem não se preocupar demais com o que acreditam estar atrapalhando os seus projetos, sejam eles quais forem. Desafios sempre existiram e sempre existirão, dificuldades também. Só temos duas opções: enfrentá-los ou não. Se não os enfrentarmos já teremos perdido a batalha, se os enfrentarmos, mesmo se perdermos a “disputa”, já seremos vencedores, apenas por não termos desistido.      

Quanto menores forem as preocupações, menores serão os pesos. E sem os pesos, pode ser até que não tenhamos condições de quebrar um recorde de atletismo, mas uma coisa é certa: seremos capazes de voar.  Usain Bolt conseguia voar nas pistas não só porque estava preparado fisicamente para elas, mas acima de tudo, porque ele estava leve. Ele focava no desafio e não nos empecilhos. Procurava se divertir, aproveitar cada instante, e isso fazia com que ele, mesmo antes de começar uma prova, já fosse um grande campeão. Sem dúvidas, essa é a postura que devemos adotar diante da vida. Devemos sempre lembrar que podemos ir mais longe, mais altos e mais rápidos. Quem sabe esse seja o segredo para que possamos voar…                                                                    

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